Projeto Circuito Funk SP – Funk Além da Música, da Secretaria de Cultura e Economia da Prefeitura de São Paulo, promove atrações em todas regiões da cidade
São Paulo, outubro de 2025 – A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, apresenta o Circuito Funk SP – Funk Além da Música, iniciativa que reconhece o funk como expressão artística. Durante o mês de novembro, as cinco regiões da cidade recebem programação gratuita, envolvendo as múltiplas linguagens do funk: música, dança, teatro, moda, artes visuais, audiovisual, literatura e oralidade.
O Circuito Funk SP – Funk Além da Música, nasceu a partir da ideia de democratizar a percepção sobre o funk, demonstrando que sua potência vai muito além das batidas eletrônicas.
A programação foi idealizada a partir de uma curadoria de propostas artísticas enviada por artistas, coletivos, grupos e produtores culturais pela plataforma Porta de Entrada. Valorizando cada território e mostrando que sua potência é tanto sonora quanto cultural, atravessando diferentes formas de expressão e promovendo sua valorização.
Dentro de cada linguagem será possível encontrar apresentações musicais, com shows e performances ao vivo de MC’s e DJ’s; artes cênicas em performances de dança, teatro e circo; vivências e rodas de conversa sobre produção musical, debates e encontros com artistas; audiovisual e multimídia por meio da exibição de curtas, documentários, videoclipes e projeções mapeadas; artes visuais com intervenções urbanas, instalações e exposições que traduzem o funk; moda a partir de desfiles e exposições; e literatura: com slams, saraus e performances poéticas.
Música
O projeto começa no sábado (08), no Centro Cultural Grajaú. MC Marks, sobe ao palco às 19h. Com milhões de visualizações nas plataformas digitais, e conhecido por suas músicas “Deus é Por Nós” e “Fé no Pobre Louco”, ele costuma reunir centenas de fãs nos seus shows. MC Hariel, que se apresenta às 20h, está no funk desde 2011 e se tornou um dos maiores nomes do seu gênero. Com letras de superação e resiliência, seu sucesso ultrapassou a cena do funk e o artista já fez parcerias com outros gêneros, como Gilberto Gil.
O Centro Cultural da Juventude reúne diferentes vertentes dentro do funk, no sábado (16). Entre o hip-hop e o funk consciente, MC Ktrine se apresenta às 18h. Crescendo cada vez mais no meio da música, NandaTsunami traz em seu repertório composições de funk e trap. A paulistana sobe ao palco às 19h. Às 20h, MU540 & Kyan apresentam o projeto “Dois Quebrada Inteligentes”, que mistura trap, funk e música eletrônica em uma estética retrofuturista, reunindo nomes como Djonga, Kayblack, Veigh e Vulgo FK.
Encerrando o mês, o Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes recebe, no sábado (30), MC Luanna, às 17h, com letras que destacam o empoderamento feminino e a força das mulheres pretas e periféricas. Às 19h, Vulgo FK faz seu show com músicas que misturam trap, funk e R&B, e acumulam mais de 200 milhões de visualizações nas plataformas digitais. Às 20h, MC Davi, um dos primeiros nomes do funk paulistano que conquistou o Brasil e até shows na europa, traz funk ostentação e trap, com letras sobre a vida nas comunidades e o sonho da ascensão social.
Funk além da música
Além das atrações musicais, o projeto também tem como objetivo integrar outras linguagens dentro do cenário do funk, como vídeo mapping, dança, moda e audiovisual.
O projeto “Tecnologia, Fluxos e Periferia” , realizado pelo Coletivo Coletores e o Fluxo das Relíquias, realiza intervenções de vídeo mapping que transformam a arquitetura da periferia em uma experiência multissensorial. Com parte do acervo do coletivo Fluxo das Relíquias, as projeções resgatam a estética do funk paulista entre 2006 e 2014, mesclando imagens de arquivo e registros afetivos dos territórios. As apresentações acontecem no Centro Cultural Grajaú, no dia 8 de novembro, e no Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes, em 30 de novembro, sempre das 17h às 22h.
A cultura do funk está associada à dança e aos “passinhos”, com essa ideia, o espetáculo “Fênix – onde nascem os sonhos”, da Clarin Cia. de Dança, discute a estética do passinho para falar sobre a esperança e a busca pela felicidade dos corpos periféricos. No palco, 14 dançarinos de comunidades do Rio de Janeiro e de São Paulo exploram o poder criativo das favelas e o renascimento simbólico de quem transforma a realidade por meio da arte. A apresentação será no Centro Cultural Olido, no dia 15 de novembro, às 19h.
O Centro Cultural da Juventude recebe no domingo (16), às 17h, desfile de moda da marca Shark Crochê. Fundada em 2020, a marca é inspirada na estética periférica e nos bailes de rua de São Paulo, e traz para a passarela um olhar autêntico sobre o estilo mandrake. Dj Lorrany comanda a trilha sonora do desfile com set inédito.
O documentário “Terror Mandelão” será exibido no Centro Cultural São Paulo, em 26 de novembro, às 19h. O filme acompanha a trajetória de DJ K, um dos principais nomes do Baile do Helipa – o maior baile funk da capital –, e de seu amigo MC Zero K, que alcança seu primeiro sucesso após dez anos de persistência na carreira.
O espetáculo “ O Avesso da Pele” será apresentado no Centro Cultural São Paulo, na segunda-feira (25) , às 20h. A montagem, inspirada no romance homônimo de Jeferson Tenório (vencedor do Prêmio Jabuti 2021), acompanha Pedro, um jovem que revisita o passado da família após o assassinato do pai. O espetáculo propõe uma reflexão sobre racismo, memória e resistência, temas presentes no universo do funk e das periferias urbanas. Para as crianças, a peça teatral Ladeira das Crianças – TeatroFunk, no Centro Cultural Tendal da Lapa, quarta – feira (12), às 10h traz histórias de crianças periféricas ganham a cena e revelam seus sonhos, motivados pelo ritmo do funk.
Programação completa: Link
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