Com informações da Secretaria de Educação da Cidade de São Paulo
Projeto transforma experiências sensoriais em vivências de inclusão e pertencimento na EMEF Alexandre de Gusmão
Vivências artísticas envolveram mais de mil estudantes e mobilizaram também 120 profissionais em atividades que estimularam os sentidos, a empatia e a convivência
Publicado em: 08/07/2026 10h00 | Atualizado em: 08/07/2026
“A Arte de Sentir: Experiências Sensoriais, Inclusão e Pertencimento” transformou a EMEF Alexandre de Gusmão, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Guaianases, em um espaço de descobertas, acolhimento e aprendizagem por meio dos sentidos. Ao longo de três dias, as vivências estimularam curiosidade, imaginação, expressão e participação de mais de mil estudantes e 120 funcionários.
Idealizado pela professora de Arte, Renata Simão dos Santos, e desenvolvido de forma colaborativa com a equipe da escola, o projeto promoveu experiências estéticas significativas, valorizando diferentes formas de percepção e interação.
As atividades foram organizadas em estações sensoriais e inclusivas que exploravam os sentidos da visão, audição, tato e olfato. Entre as vivências, os participantes exploraram caixas táteis com materiais de diferentes texturas, como sementes, tecidos, areia, algodão, pedras e elementos naturais, além de experiências com ervas e especiarias, percursos sensoriais realizados com os pés descalços e atividades com vendas nos olhos para estimular a percepção auditiva e tátil.
O percurso também contou com instalações artísticas interativas voltadas aos temas da inclusão, diversidade e empatia, incentivando reflexões sobre as diferentes formas de perceber o mundo e de se relacionar com o outro. As experiências favoreceram o protagonismo dos estudantes, estimularam a sensibilização e contribuíram para a construção de uma cultura escolar mais inclusiva e acolhedora.
O envolvimento dos estudantes, público da Educação Especial, foi um dos destaques do projeto, evidenciando o potencial das experiências sensoriais para fortalecer a interação, o pertencimento e a participação de todos.
Alinhada aos princípios do Currículo da Cidade de São Paulo e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), a iniciativa reafirma a Arte como uma linguagem potente para promover uma educação mais humana, acessível e inclusiva.
Mais do que explorar os sentidos, a experiência possibilitou encontros, fortaleceu vínculos e mostrou que, quando a escola acolhe as diferenças, cada estudante encontra seu lugar para sentir, criar e aprender.
