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São Paulo

Em ano da COP 30, entenda como São Paulo está reinventando a forma de produzir moradias populares no estado

RedacaoBy Redacaonovembro 11, 2025Nenhum comentário6 Mins Read
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Da produção off-site à recuperação de áreas degradadas, Estado mostra que é possível unir moradia, responsabilidade ambiental e desenvolvimento urbano
 

No ano em que todas as atenções estão voltadas às discussões da COP 30, o Governo do Estado mostra como a habitação de interesse social passa a incorporar métricas e eficiência com construções inovadoras. São Paulo ganha cada vez mais fôlego com planejamento, projetos e construção de moradias populares ambientalmente responsáveis.
 

Entre as ações que merecem destaque, especialmente no quesito relacionado à sustentabilidade, estão os projetos de construção industrializadas modular offsite, premiadas com o Selo de Mérito 2025, uma das mais importantes premiações nacionais voltadas à Habitação de Interesse Social (HIS). Em março deste ano, o assentamento Mario Covas, em São Simão, recebeu o projeto piloto de construção offsite. As casas foram produzidas fora do canteiro de obras e montadas no lugar onde foram instaladas as moradias. Essa tecnologia permite reduzir o tempo e os resíduos de construção, além da emissão de poluentes. A meta é até 2027 (período do Plano Plurianual) construir 7,5 mil habitações verticais (prédios), 7,5 mil habitações horizontais unifamiliares (casas) e 100 mil m² de prédios para uso público no estado de São Paulo.
 

A Companhia também investe na adoção do BIM (Building Information Modeling), tecnologia que reduz fluxos e processos, desperdícios, emissões e torna as obras mais rápidas, seguras e sustentáveis. Neste ano, a Companhia testou o modelo em projetos pilotos habitacionais em Borborema, que já teve o conjunto habitacional entregue, e Águas de Lindóia, projetada em BIM e que atualmente está com obras em andamento. O sucesso na implantação permitirá, em breve, a projeção em BIM em larga escala, e em todas as contratações de projetos da CDHU.
 

Outro destaque são as iniciativas que reposicionam a habitação de interesse social como ferramenta de sustentabilidade. Nos novos empreendimentos, por exemplo, são incorporados equipamentos economizadores de água, energia e soluções baseadas na natureza, como jardins de chuva, biovaletas, hortas urbanas e pocket parks, que reduzem o impacto das chuvas e ampliam áreas verdes.
 

Praia da Baleia – Colocação dos telhados do 3º edifício da CDHU (tecnologia wood frame)

A eficiência energética é outro item que tem sido um dos principais diferenciais das habitações da CDHU. Desde as primeiras instalações em 2019 nas unidades habitacionais horizontais estima-se que a geração acumulada de energia alcançada foi de 35.871 MWh. Esse volume equivale ao consumo mensal de energia de um município como Junqueirópolis, que possui aproximadamente 20.065 habitantes. A geração mensal de 1.365 MWh proporcionada pelos sistemas fotovoltaicos instalados em 18,9 mil moradias resultou na redução de 74 tCO2 emitidas na atmosfera. Considerando que a absorção de uma árvore da Mata Atlântica é de 8,16 quilos de CO2 por ano, as 74 tCO2 associadas pela geração dos sistemas fotovoltaicos instalados representam o equivalente à absorção de CO2 de mais de 9.110 árvores em um ano.
 

Empreendimento Vida Longa, em Bauru

As ações também chegam a territórios vulneráveis, onde sustentabilidade significa melhorar a vida das pessoas e recuperar o ambiente urbano. Programas como o Viver Melhor e o Vida Digna combinam requalificação habitacional com obras de drenagem, saneamento, arborização e implantação de equipamentos públicos, resgatando áreas antes marcadas pela precariedade.
 

Na Baixada Santista, por exemplo, o Programa Vida Digna está removendo cerca de 3 mil famílias de palafitas e áreas de risco, promovendo a recuperação socioambiental dos manguezais e requalificando o entorno urbano. Todas as famílias contam atendimento habitacional garantido.
 

O Programa Moradia Indígena, instituído pela Lei Estadual nº 11.025/2001, já substituiu 612 moradias precárias por novas unidades em 11 terras indígenas de 10 municípios paulistas, respeitando os usos e hábitos culturais de cada aldeia. De forma semelhante, o Programa Moradia Quilombola leva habitação digna e adequada às comunidades tituladas pela Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo José Gomes da Silva (ITESP), garantindo o direito ao território e à moradia tradicional.

Casas planejadas na aldeia Rio Silveira, em Bertioga

A sustentabilidade na habitação vai além das obras. Programas como o Pomar Urbano, que já implantou mais de 5 mil mudas frutíferas em 50 municípios, envolvem comunidades locais no cuidado com o espaço público e na educação ambiental. O projeto amplia a arborização, contribui para o sequestro de carbono e fortalece o sentimento de pertencimento entre os moradores.
 

O Trabalho Técnico Social é mais uma frente presente em mais de 120 assentamentos com ações voltadas à conscientização ambiental, segurança comunitária e uso sustentável dos espaços coletivos, reforçando a dimensão social da sustentabilidade.
 

Pomar Urbano, em Juquitiba

Outras ações de integração em curso reforçam a visão de que moradia deve estar em sintonia com ações de planejamento territorial e à adaptação climática. O Plano de Desenvolvimento Urbano e Habitação (PDUH 2040) e o programa Bairro Paulista Cidades Sustentáveis orientam os municípios na elaboração de projetos com soluções verdes, drenagem natural e infraestrutura resiliente.
 

O Bairro Paulista completa um ano agora em novembro de 2025 e é uma das principais apostas da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação que prevê melhorias em núcleos habitacionais e áreas urbanas degradadas de maneira qualificada a partir de Soluções Baseadas na Natureza (SbN).
 

A iniciativa teve um projeto-piloto desenvolvido em Araçoiaba da Serra, onde um local que anteriormente era alvo de descarte de resíduos foi recuperado com espaços de esporte e lazer, áreas verdes e piso drenante. Outras três obras também foram concluídas no último ano em Alambari, Juquitiba e Lagoinha. Percorrido um período de estudos e apropriação dos atributos do programa pelos municípios, a secretaria ultrapassou o patamar de 700 pleitos de cidades de todas as regiões do Estado. Outros 12 projetos estão em elaboração e 22 municípios com convênios assinados.
 

Com as intervenções previstas haverá ganhos para o meio ambiente com economia de energia de 40% a 60% com instalação de iluminação em LED e a consequente redução de emissão de carbono.

O Plano de Desenvolvimento Urbano e Habitação (PDUH 2040) é outro importante instrumento norteador para o planejamento urbano das cidades. Ele busca alinhar políticas urbanas e habitacionais em todo o Estado, orientando investimentos e fortalecendo áreas estratégicas como urbanismo, habitação social, infraestrutura, mobilidade, meio ambiente e mudanças climáticas. O Governo do Estado está percorrendo diversas cidades e ouvindo gestores locais, técnicos e a população, em um processo que reforça o compromisso com o planejamento integrado e sustentável até 2040.

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