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Home»São Paulo - Capital»8M: O direito a uma vida sem violência
São Paulo - Capital

8M: O direito a uma vida sem violência

RedacaoBy Redacaomarço 6, 2026Nenhum comentário4 Mins Read
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Com informações da Câmara Municipal de São Paulo

Banner digital com foto de um homem de terno escuro e camisa clara. Ao lado, logotipo do PT e textos. Fundo com prédio envidraçado e tons cinza. Texto: "Com a Palavra, Vereador Hélio Rodrigues. 8M: O direito a uma vida sem violência.Apesar de todas as conquistas que as mulheres alcançaram, ainda falta muito para a cidadania plena ser atingida. Os avanços, tanto no ordenamento jurídico, como na cultura se deu sempre através de muita luta, organização política, protagonismo em várias pautas e diálogo com a sociedade, mas sempre estão sob ameaças de retrocessos.

O direito a uma vida sem violência até hoje não é assegurado às mulheres, todas as formas de violência: psicológica, física, moral e patrimonial até a mais brutal, o feminicídio, cometido por homens/namorados/companheiros/ex-maridos, dentro do espaço da casa, da família, lugar onde as mulheres não têm garantia de proteção e segurança. Viver com o agressor é sempre um risco de morte.

Em dezembro escrevi o artigo Rompendo o Pacto da Masculinidade: Um Chamado aos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres, mês em que milhares de mulheres ocuparam a Avenida Paulista, em São Paulo, em uma grande manifestação contra o feminicídio e a violência de gênero, em resposta aos índices alarmantes no estado de São Paulo, que registrou mais de 200 casos consumados entre janeiro e outubro de 2025.

O Presidente Lula lançou o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, articulado entre os Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), cujo lema é “Todos por Todas”, e que reconhece a violência de gênero como estrutural, reforçando a importância das ações integradas diante dos recordes no país. O Decreto defende que a luta deve ser sobretudo dos homens e vem de encontro à nossa Campanha do Laço Branco, Homens no enfrentamento à violência e ao feminicídio.

Como aliado nesta luta, acredito que não há solução para a violência de gênero sem os homens. Como militante desde a adolescência no PT, a pauta do enfrentamento à violência contra mulheres sempre foi presente nas nossas lutas e quando me tornei vereador da Cidade de São Paulo a minha primeira lei aprovada e sancionada foi a LEI Nº 18.071/2024, que colocou no calendário da cidade a semana do Laço Branco, que mobiliza os homens pelo fim da violência contra a mulher, reafirmando meu compromisso contra todas as formas de violência.

No papel de Presidente do PT Municipal tenho orgulho da construção de luta do setorial de mulheres, com companheiras combativas e militantes em diversos movimentos sociais: feminista, de mulheres, movimento negro, movimento LGBT, porque as lutas estão entrelaçadas e isso é o que nos torna mais potentes. Temos um partido plural, democrático e popular que abraça as lutas importantes para o povo brasileiro.

Não existe solução fácil, mas também não existe solução sem envolver o agente da violência – o homem, que histórica, cultural e estruturalmente usa da violência para submeter, oprimir, torturar e matar as mulheres.

Precisamos urgentemente criminalizar os discursos identificados como Redpill, onde homens promovem fóruns que estimulam a violência, o estupro, a misoginia e o assassinato de mulheres. A sociedade precisa de resposta urgente para essa ‘epidemia’ social que aprofunda todas as formas de violência contra meninas e mulheres.

Por outro lado, construir como resposta um novo pacto social que promova uma nova masculinidade, que aponte para um futuro em que a comunicação não violenta, o respeito às diferenças, a liberdade e os direitos humanos sejam internalizados pelos meninos e homens.

Para que essa transformação se concretize, porém, é imperativa uma mudança profunda em nossas estruturas, questionando e rompendo com a naturalização do ódio às mulheres. Apenas por meio da educação e da conscientização contínua seremos capazes de forjar novos paradigmas sociais, baseados na igualdade, na equidade e no respeito absoluto à vida das mulheres.

Confira os textos de opinião de outros parlamentares na página de Artigos de Vereadores

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