Close Menu
Folha 12 – São PauloFolha 12 – São Paulo
  • Home
  • São Paulo – Capital
  • São Paulo

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Joaninhas atuam contra pragas agrícolas e protegem plantações em SP

maio 14, 2026

Prefeitura de São Paulo garante vitória histórica para realização de megaeventos na Avenida Paulista

maio 14, 2026

Com inauguração em Capela do Socorro, São Paulo chega a 480 UBSs na cidade com médicos, dentistas e equipes multidisciplinares

maio 14, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Folha 12 – São PauloFolha 12 – São Paulo
  • Home
  • São Paulo – Capital
  • São Paulo
Facebook X (Twitter) Instagram
Folha 12 – São PauloFolha 12 – São Paulo
Home»São Paulo»São Paulo tem 46 Casas Abrigo para proteger mulheres vítimas de violência
São Paulo

São Paulo tem 46 Casas Abrigo para proteger mulheres vítimas de violência

RedacaoBy Redacaomarço 21, 2026Nenhum comentário3 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest Telegram LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Telegram Email

Parte da rede de proteção do Governo de São Paulo para atender mulheres vítimas de violência, as 46 Casas Abrigo espalhadas pelo estado tem capacidade para atender 1,3 mil pessoas em várias cidades paulistas. Apenas na gestão do atual Governo do Estado, desde 2023, foram inauguradas 16 novas unidades. 

As Casas Abrigo são cofinanciadas pelo Governo de São Paulo e administradas pelos municípios. O investimento do Governo do Estado desde o início da atual gestão foi superior a R$ 15 milhões. As casas têm localização sigilosa e foram criadas para abrigar as mulheres e seus filhos menores de 18 anos em situação de violência doméstica, onde eles podem permanecer por seis meses, prazo que pode ser prorrogado de acordo com a necessidade. 

De acordo com a técnica da equipe de Proteção Social Especial da Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo (SEDS), Marcela Purini Belem, para recorrer ao serviço de acolhimento institucional para mulheres em situação de violência, a vítima deve procurar um equipamento da assistência social do município, como os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) ou os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), onde será avaliada a forma de atendimento mais adequada para o caso.

 “A partir desse primeiro atendimento, a equipe técnica avalia a situação de risco e identifica qual medida de proteção é mais indicada. Quando necessário, pode ser realizado o encaminhamento para uma Casa Abrigo, que oferece acolhimento seguro e sigiloso para a mulher e, quando for o caso, para seus filhos. É importante destacar que a adesão a esse serviço é voluntária e busca garantir a proteção, o acolhimento e a autonomia da mulher para decidir sobre os próximos passos de sua vida”, afirma Marcela. 

Recomeço

Longe de seus agressores, as mulheres vítimas de violência recebem moradia e alimentação, além de serem encaminhadas para tratamento de saúde e orientadas sobre trabalho e renda. O objetivo é que possam se reorganizar profissional e financeiramente rumo à autonomia, sem a necessidade de retornar ao convívio com o agressor.

Esses serviços possuem a finalidade de atender mulheres sob ameaça ou risco à sua integridade física em razão de violência doméstica e familiar, causadora de lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico, além de dano moral. 

Em articulação com a rede de serviços socioassistenciais, com as demais políticas públicas e com o sistema de Justiça, a SEDS trabalha para que sejam garantidos a essas mulheres também atendimento jurídico e psicossocial, além do acesso a benefícios sociais, inclusive para filhos e/ou dependentes que estiverem sob sua responsabilidade.

 “É uma política pública transversal, que não se resume apenas à assistência social. Está sempre ligada à autonomia daquela mulher em situação de violação de direitos. É ela própria que vai decidir se está pronta para recomeçar a vida longe do agressor e que tipo de ajuda está procurando para dar esse passo”, acrescenta Marcela.

source
Com informações da Agência São Paulo

Curtir isso:

Curtir Carregando...

Relacionado

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
Redacao
  • Website

Related Posts

Joaninhas atuam contra pragas agrícolas e protegem plantações em SP

maio 14, 2026

Após fim da Cracolândia, região ao menor número de roubos em 14 anos

maio 14, 2026

Espaço Lilás reforça acolhimento e proteção a mulheres vítimas de violência nos batalhões da PM

maio 14, 2026

Veja as cidades campeãs de emprego no estado de SP em março e no trimestre

maio 14, 2026

Superávit do agro paulista registra US$ 6,45 bilhões de janeiro a abril de 2026

maio 14, 2026

Polícia Civil prende 16 em operação contra ‘Gangue das Correntinhas’ no centro de SP

maio 14, 2026

Deixe uma respostaCancelar resposta

Top Reviews
9.1
Uncategorized

Review: Mi 10 Mobile with Qualcomm Snapdragon 870 Mobile Platform

By Redacao
8.9
Uncategorized

Smart Home Décor : Technology Offers a Slew of Options

By Redacao
8.9
Uncategorized

Edifier W240TN Earbud Review: Fancy Specs Aren’t Everything

By Redacao
Editors Picks

Joaninhas atuam contra pragas agrícolas e protegem plantações em SP

maio 14, 2026

Prefeitura de São Paulo garante vitória histórica para realização de megaeventos na Avenida Paulista

maio 14, 2026

Com inauguração em Capela do Socorro, São Paulo chega a 480 UBSs na cidade com médicos, dentistas e equipes multidisciplinares

maio 14, 2026

Após fim da Cracolândia, região ao menor número de roubos em 14 anos

maio 14, 2026
Advertisement
Demo
© Folha 12 - Desde 2011
  • Home
  • São Paulo – Capital
  • São Paulo

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

Carregando comentários...

    %d